segunda-feira, 11 de abril de 2011

TRAMA CULTURAL - 3ª Edição


Domingo, 10/04, foi realizada a 3ª edição do TRAMA CULTURAL no bairro de Mailasky, em São Roque/SP.


O evento contou com um bom público e a presença de artistas dos segmentos de música e dança. “Foi muito gratificante ver que o Trama está contribuindo com a produção cultural local, proporcionando aos artistas das mais diferentes áreas um espaço para os mesmos apresentarem suas obras e manifestações autorais”, comentam os organizadores.

Além de ser um evento diferenciado, o TRAMA CULTURAL está servindo como um “termômetro” da produção cultural da cidade. “Na terceira edição já pudemos perceber a forte presença da dança, da música e do teatro em São Roque. A crescente participação de crianças e inúmeros jovens está dando um gás nesses segmentos. Muita gente boa vem por aí, com novas obras e interpretações, renovando o nosso casting de artistas e produtores!”, afirmam Edson D’aísa e Mário Barroso.

A próxima edição do TRAMA CULTURAL ainda não tem data definida. Os interessados em participar do evento podem acompanhar as notícias através do blog: http://tramaculturalsr.blogspot.com/

Confira as fotos do que rolou:






Fotos: Karen Vieira Barroso


Material publicado nos Blogs “Cultura Interior” e TRAMA CULTURAL:
http://grupoculturainterior.blogspot.com/
http://tramaculturalsr.blogspot.com/

terça-feira, 5 de abril de 2011

"Serenata ao Prefeito" - Projeto é aprovado por unanimidade na Câmara Municipal de São Roque/SP


Esta semana os vereadores de São Roque/SP aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei nº26-L, de autoria do Vereador Rodrigo Nunes, que dispõe sobre as alterações das Leis municipais para solucionar a questão da Música Ao Vivo na cidade.

O projeto em tramitação consiste em alterar a redação das Leis nº 1.852/1990, nº 2.724/2002 e nº 3.372/2009. “Não queremos que a cidade vire bagunça, apenas estamos sugerindo mudanças nas Leis para que os músicos possam voltar a trabalhar, para que a população tenha mais opções de entretenimento e lazer, como também os turistas que visitam a nossa cidade”, afirmou o Vereador Rodrigo Nunes, que levou as reivindicações dos músicos e proprietários de bares e restaurantes até a Câmara Municipal, propondo as alterações das Leis em parceria com os mesmos.

“Dependemos apenas que o Prefeito compartilhe a opinião de todos os vereadores, do Conselho de Segurança, da Polícia Militar e até mesmo do seu partido político e sancione o projeto de Lei, pois todos estes setores são a favor das mudanças. Também gostaria de frisar a importância do executivo fiscalizar de forma correta os bares e restaurantes após a publicação da Lei, conforme está previsto, para evitar excessos que prejudiquem a população”, afirma o Vereador.

Agora, o Vereador Rodrigo Nunes está fazendo uma campanha pela internet intitulada “Sanciona Prefeito”, mais uma forma bem humorada e pacífica de cobrar que o Prefeito sancione o projeto de Lei.

“Todos aqueles que queiram participar podem acessar o meu perfil no Facebook (Rodrigo Nunes_Vereador) e ‘curtir’ os links que abordam esse assunto, bem como, copiar, colar e divulgar o texto #sancionaprefeito no twitter para nos ajudar nessa empreitada”, explica Rodrigo Nunes.

Assista a matéria exibida na TV TEM:
http://tn.temmais.com/noticia/5/40804/musicos_poderao_voltar_a_tocar_bares_de_sao_roque.htm

segunda-feira, 4 de abril de 2011

As Revoluções no Mundo Árabe


Quantos cidadãos politizados estão questionando o verdadeiro interesse do Mundo Ocidental nas Revoluções que estão ocorrendo no Mundo Árabe. Quantos tentam buscar argumentos e informações fora dos veículos midiáticos tradicionais, como CNN, BBC, Globo News, enfim. Quantas perguntas, quantas respostas, porém, uma só verdade: independente do resultado as cartas ficarão nas mãos dos mesmos jogadores, pois infelizmente qualquer Revolução bate de frente com os interesses das grandes potências ocidentais.

Ontem os EUA, a França, a Inglaterra (o pessoalzinho que manda na OTAN) era a favor dos ditadores. Ajudavam a armar e treinar os exércitos dos mesmos, mas hoje, de repente, dizem estar a favor da população árabe que vive na miséria, com um salário mínimo apenas um pouco a baixo do cidadão brasileiro, que enfrenta praticamente o mesmo índice de desemprego dos países da América Índia, assistindo assim como no Brasil a riqueza ilícita e a soberba dos que estão no poder.

Para ajudar a esclarecer alguns pontos dessa questão, o blog “Cultura Interior” reproduz abaixo o artigo de Maurizio Matteuzzi, do jornal "Il Manifesto" (publicado recentemente pela agência de notícias “Carta Maior”".


A guerra na Líbia e as armas que restam a Kadafi
Maurizio Matteuzzi - Il Manifesto

Quem vê a Praça Verde de Trípoli, com suas marcas ainda visíveis do império turco-otomano e da posterior dominação colonial do fascismo italiano, ocupada dia e noite pelos rumorosos apoiadores de Kadafi com seus posters do Coronel e bandeiras verdes (e não raro kalashnikovs), pode acreditar que na Líbia não há oposição. Ou que a oposição é apenas, como os porta-vozes do governo libanês não cansam de repetir aos incrédulos jornalistas estrangeiros que cobrem a guerra desde a capital da Jamahiriya, uma insignificante minoria de “traidores” concentrada no leste do país – a indócil Cirenaica, baluarte do Islã militante dos “Irmãos Muçulmanos” e da fraternidade senussita do rei Idriss, o fantoche elevado ao trono pelos ingleses e derrubado pelo golpe branco dos 12 “oficiais livres” em 1969 – e manobrada por uma “conspiração” do Ocidente (sobretudo Estados Unidos, França e Inglaterra) que gostaria de transformar Bengazi em um “Emirado islâmico” na margem meridional do Mar Mediterrâneo, a dois passos da “Fortaleza Europa”. Uma aliança perversa e aparentemente “impossível”, mas já experimentada mesmo recentemente (o Afeganistão invadido pelos soviéticos, a guerra da Bósnia...).

Naturalmente, a imagem que se faz da Líbia a partir da Praça Verde – ou mesmo de Trípoli, onde Kadafi conserva um apoio popular aparentemente sólido – é muito limitada e parcial para explicar as razões profundas de uma revolta que se transformou rapidamente em uma guerra civil e a seguir em uma (nova) “guerra humanitária” em escala internacional (para Kadafi, uma “cruzada colonialista”), a quarta proclamada pelo Ocidente no vintênio seguinte ao fim oficial da “guerra fria” (duas no Iraque, Somália, Afeganistão).

A Líbia deve o seu nome aos gregos, que assim chamaram todas as terras conhecidas a oeste do Egito. Nome que foi exumado somente em 1934 quando o governo fascista italiano decidiu unificar as três províncias da Tripolitânia, do Fezzan e da Cirenaica. Foi sempre uma terra de conquista, mas muito dura de conquistar, e sempre um lugar estratégico, mesmo antes que, no início dos anos 50, fosse descoberto o petróleo. Um monte (antes da guerra de fevereiro, produzia 1,6 bilhões de barris por dia, tendo as maiores reservas comprovadas da África).

A Líbia, o quarto maior país da África, é o divisor de águas entre o Magreb, o Ocidente árabe que começa no Marrocos, e o Mashreq, o Oriente árabe que chega até a Síria. A linha imaginária de fronteira corta a Líbia em duas e corresponde, grosso modo, à Tripolitânia a oeste (com o Fezzan ao sul) e a Cirenaica a leste. As duas regiões em guerra desde 17 de fevereiro último, que poderiam corresponder a dois novos países. O tabu da intangibilidade das fronteiras da África, traçadas o mais das vezes arbitrariamente pelo colonialismo, já foi derrubado em 93 com a secessão da Eritréia da Etiópia e, agora, com a do Sudão do Sul do Sudão. A Líbia poderia ir atrás. Por enquanto, é ainda “fanta-política”. Amanhã, sabe-se lá.

É uma das hipóteses entre as tantas que se manejam nestas horas em que não se vê ainda uma solução plausível para o conflito e “a coalizão dos de boa vontade” [“la coalizione dei volenterosi”] está dividida sobre tudo.

Dividida sobre o comando das operações (França? Estados Unidos? Otan?), sobre os objetivos finais (apoio incondicionado aos rebeldes “pro-democracy” de Bengazi? Mas e se no fim não fossem todos assim tão “pro-democracy” ou todos “facebook boys” e se confirmassem os temores da inteligência dos EUA que lembra que o leste da Líbia é a região que, de todo o mundo árabe-islâmico, mandou mais “jihadistas” e kamikazes ao Iraque e ao Afeganistão?), sobre a “exit strategy” (uma solução apenas militar a encerrar-se não com um possível exílio, mas com o “regime change” e a eliminação física de Kadafi? Uma solução política, mas a ser inventada, como recomendam os BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China –, Turquia, Alemanha e a constrangidíssima Itália de Berlusconi?).

A Itália, desde sempre parceira privilegiada da Líbia de Kadafi, é aquela que provavelmente levará a pior. Em 2008, Berlusconi tinha finalmente encerrado o contencioso entre os dois países recebendo Kadafi em Roma, com pompa e circunstância, depois da assinatura de um acordo que garantia, de um lado, desculpas e indenizações pelas atrocidades cometidas pelos italianos nas três décadas de colonização (1911-1942) e, de outro, o fornecimento de petróleo (a Líbia abastece 26% da demanda energética italiana) e a promessa de Kadafi de interromper (com todos os meios, até os mais brutais e desumanos) a corrida migratória dos “boat-people” do Magreb e da África subsaariana em direção à Itália.

A Líbia está espremida entre a Tunísia a ocidente e o Egito a oriente. É claro que o “vento do Magreb” partido de Tunis em dezembro, que sopra também sobre o Marrocos e a Argélia e que se abateu como um furacão sobre o Cairo em janeiro, tendo varrido o estorvo de velhos entulhos em ligação direta com os Estados Unidos (e Israel) como Ben Ali e Mubarak, chegaria também à Líbia, onde também o “Qaid” (o Guia) Muammar Kadafi esbanja, há 42 anos, um poder absoluto impossível de esconder atrás do véu do suposto “poder das massas” anunciado no “Livro Verde”.

O vento partido do Magreb ultrapassou o Magreb e ergueu uma onda que seguiu e seguirá adiante, mesmo que não esteja ainda claro em que praia acabará por depositar-se. Nem se será um tsunami ou apenas uma marolinha suficiente para misturar um pouco as cartas, mas deixando-as nas mãos dos mesmos de sempre depois de alguma forma de “maquiagem democrática”. O Iêmen (que será o próximo elo na cadeia a ceder), o Bahrein (espremido entre a Arábia Saudita e o Irã, salvo por enquanto pelo contingente militar saudita, uma “ajuda fraterna” que não suscitou nenhum protesto “humanitário” do Ocidente, e sobretudo pelo fato de ser a sede da V frota dos EUA), a Síria da dinastia Assad, a frágil Jordânia e o fragilíssimo Líbano, o Iraque da guerra inacabada, a Arábia Saudita (gigante dos pés de argila, grande exportador de petróleo para os Estados Unidos e de “jihad”, a guerra santa islâmica, contra os Estados Unidos), e as petro-monarquias do Golfo (pequenos estados petrolíferos e paraísos financeiros, em geral inventados e presenteados pelo colonialismo, de base familiar e tribal). Até a Palestina, ocupada e violentada por Israel no silêncio culposo do Ocidente (que busca encontrar a força para lançar a terceira Intifada) e a própria Israel, lançada em uma deriva irrefreável de extrema direita (que observa silenciosa e desconfiada a queda como pinos de boliche dos “inimigos” árabes que lhe garantiam o status quo e esquenta os motores para o seu verdadeiro objetivo, o Irã). Ninguém pode se dizer protegido do vento do Magreb.

É por isto que a partida que está sendo jogada na Líbia é decisiva. E quanto mais Kadafi “resiste”, mais crescem os riscos.

Tudo leva a crer que o coronel, mesmo que esteja se revelando um osso muito mais duro de roer do que Mubarak e Ben Ali, seja queimado. Mas ele sabe bem que a Líbia é um país diferente da Tunísia e do Egito – exército fraco, partidos políticos e sociedade civil inexistente, estrutura tribal forte – e tem, da sua parte, três armas poderosas para usar. O petróleo, a ameaça do recurso (ou do retorno) ao terrorismo, a imigração em massa em direção à “Fortaleza Europa” – da qual pode reabrir as torneiras.

A “guerra humanitária” – para “proteger a vida de civis”, para “exportar a democracia” (de novo!) e para meter as mãos no petróleo libanês, 75% do qual está na Cirenaica “liberada” pelos rebeldes – que os Estados Unidos, França e Inglaterra deflagraram contra Kadafi não vai parar. Mesmo que seja uma “guerra humanitária” com uma cobertura da ONU e da OTAN apressada demais e voltada “ad personam” para conferir-lhe alguma legalidade (por que Kadafi sim e não o Iêmen, o Bahrein ou a Costa do Marfim com o seu milhão de civis em fuga do conflito entre os dois presidentes Gbabo e Ouattara?).

Kadafi, com toda probabilidade, está queimado, mas a partida que se joga na Líbia não acabou ainda. O seu resultado final determinará a verdadeira dimensão daquela que foi chamada “a primavera árabe”.

Em jogo não estão apenas as reeleições de Sarkozy e Obama – o Nobel da paz que já tem nas costas duas guerras em andamento, uma na qual promoveu uma espetacular escalada e outra começada por ele, sem contar o golpe de 2009 em Honduras – mas o futuro arranjo da área provavelmente mais estratégica do mundo, pelo menos enquanto não acabar o petróleo e for o teatro do encontro-confronto da civilização com o Islã.

Tradução: Rodrigo Torres Guedes

terça-feira, 22 de março de 2011

“Serenata ao Prefeito” - Leis que dispõem sobre Música Ao Vivo serão alteradas

Esta semana começou a tramitar na Câmara Municipal de São Roque/SP as alterações das Leis municipais que dispõem sobre a emissão de sons e ruídos para solucionar a questão da Música Ao Vivo na cidade.

Nesta segunda-feira, músicos, proprietários de estabelecimentos e cidadãos que apóiam o movimento “Serenata ao Prefeito” lotaram o plenário Júlio Arantes de Freitas para acompanhar o início da votação do Projeto de Lei 26-L de autoria do Vereador Rodrigo Nunes.

O projeto em tramitação consiste em alterar a redação das Leis nº 1.852/1990, nº 2.724/2002 e 3.372/2009. “Nós queremos apenas que bares e restaurantes não necessitem possuir isolamento acústico para trabalhar com música ao vivo dentro do horário permitido pela chamada ‘Lei Seca’ e queremos que a Prefeitura fiscalize quem desrespeitar o horário e o volume de decibéis regulamentados nas leis”, afirmam os músicos.

A imensa maioria dos vereadores se pronunciou a favor das alterações e afirmou que com certeza o Prefeito não irá vetar as mesmas. “Não queremos que a cidade vire bagunça, apenas estamos sugerindo um acordo para que os músicos possam voltar a trabalhar, para que a população tenha mais opções de entretenimento e lazer, como também os turistas que visitam a nossa cidade”, afirmou o Vereador Rodrigo Nunes, que levou as reivindicações dos músicos e proprietários de bares e restaurantes até a Câmara Municipal, propondo as alterações das Leis em parceria com os mesmos.

Na próxima segunda-feira, 28/03, o Projeto de Lei 26-L será votado em definitivo pela Câmara Municipal e assim que o Prefeito sancionar o mesmo São Roque voltará a contemplar a Música como opção de lazer, entretenimento e oportunidade de trabalho.

“Esse tipo de atitude serve para que a população acredite que com a mobilização popular é possível propor mudanças em prol da coletividade. A revolta nos países árabes começou com três ou quatro pessoas gritando contra um ditador. De lá pra cá alguns ditadores já caíram e outros irão cair nos próximos dias. No caso de São Roque, não estamos desafiando a Prefeitura ou quem quer que seja, estamos apenas lutando pelos direitos garantidos pela Constituição Federal e queremos ser respeitados como profissionais, assim como os médicos e advogados por exemplo. Acreditamos que o movimento ‘Serenata ao Prefeito’ foi extremamente positivo tanto para a cidade quanto para a Democracia no Brasil”, afirmam os músicos.

Acompanhe notícias e informações do movimento através do blog “Cultura Interior”: http://grupoculturainterior.blogspot.com

segunda-feira, 21 de março de 2011

Votação das alterações das Leis que dispõe sobre Música Ao Vivo em São Roque/SP

Hoje, 21/03, a partir das 14hs., começa a votação das alterações das Leis municipais que dispõem sobre a execução de Música Ao Vivo em bares e restaurantes de São Roque/SP.

A proposta é que todos os bares e restaurantes possam trabalhar com Música Ao Vivo, sem ter que possuírem isolamento acústico, desde que os mesmos respeitem o horário de funcionamento e os limites de emissão de sons e ruídos (decibéis) já previstos nas Leis.

Acompanhe a questão através do blog "Cultura Interior":
http://grupoculturainterior.blogspot.com

quinta-feira, 10 de março de 2011

No último Carnaval...

No último carnaval muitos escureceram,
Outros emputeceram,
Alguns emudeceram,
Poucos emagreceram,

Fulanos enriqueceram,
Ciclanos compareceram,
Todos se embriagaram!

sexta-feira, 4 de março de 2011

TRAMA CULTURAL – 2ª Edição


No último Domingo, 27/02, foi realizada a segunda edição do TRAMA CULTURAL, no coreto da Praça da República em São Roque/SP. O objetivo do evento é oferecer um palco aberto para artistas de diferentes segmentos mostrarem a sua produção autoral.

Na ocasião, o evento contou com a apresentação de dança de crianças sobre a importância da preservação da água, recitações de poesias e músicas autorais, intervenções de instrumentistas e um “troá” de dança contemporânea.

“Nós continuamos solicitando a presença de mais artistas de diferentes segmentos, pois gostaríamos de criar um movimento articulado com os mesmos para proporcionar novas oportunidades para a Cultura local”, afirmam os organizadores Edson D’aísa e Mário Barroso.

A próxima edição do TRAMA CULTURAL ainda não está com data definida, mas todos podem acompanhar informações sobre o evento no blog: http://tramaculturalsr.blogspot.com

Confira algumas fotos do evento: